Estão as escolas equipadas para lidar com a segurança online a nível curricular e não só?
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Este artigo explora os dados fornecidos por mais de 1000 escolas no Reino Unido sobre as respetivas práticas e políticas de segurança online. Mediante a comparação com os dados fornecidos o ano passado, analisamos o estado atual das práticas nas escolas do Reino Unido, assim como a evolução ao longo dos 12 meses.
Esta análise deixa claro que os aspetos relacionados com a intervenção tecnológica (por exemplo, filtragem) e com o desenvolvimento de políticas apresentam, de forma geral, melhores resultados do que aqueles que exigem um investimento a longo prazo em recursos (por exemplo, formação) ou o envolvimento de toda a escola (como educação dos pais ou conhecimentos da comunidade). Os aspetos da monitorização e denúncia também funcionaram mal. É interessante notar que, mesmo tendo o número de estabelecimentos participantes quase duplicado, os aspetos com melhores e piores resultados permanecem praticamente constantes em 2010 e 2011, com apenas um ligeiro melhoramento.
A ferramenta de análise utilizada para reunir estes dados está a ser utilizada atualmente em projetos-piloto nos EUA e na Austrália. Uma vez completamente implementada nestas regiões, teremos disponível, pela primeira vez, uma análise detalhada do desempenho internacional. Estamos empolgados com esta oportunidade para compreender de que forma as escolas lidam com a segurança online e garantem a proteção dos seus alunos, pessoal e comunidade alargada, a nível internacional.
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